Tenho aprendido com o barro que gosto do que é estranho, do que pede um segundo olhar; do que permanece em um estado quase inacabado — como se ainda guardasse a possibilidade de se transformar.

Eu crio formas imperfeitas, fujo das simetrias.
Deixo a marca das mãos.
É uma liberdade muito grande.
Poder ser inteira sem ser exata.